Ultima atualização em 11 de Setembro de 2026 às 10:32
Atualmente o ISCO dispõe de 9 (nove) laboratórios de ensino, pesquisa e extensão que oferecem aos alunos e professores oportunidades de desenvolver estudos e projetos. Abaixo a listagem dos laboratórios:
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LABORATÓRIOS DO ISCO |
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BLOCO |
SALA
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NOME |
SIGLA |
COORDENADOR(A) VICE-COORDENADOR(A) TÉCNICO (A) |
Caracterização das atividades desenvolvidas |
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NTL |
220 |
Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento Farmacotécnico e Cosmético |
LPDFC |
Kariane Mendes Nunes - Coordenadora |
Ensino, Pesquisa e Extensão.Quantidade de servidores/usuários que realizam atividades nos respectivos laboratórios |
lab.farmacotecnica@ufopa.edu.br | ||
NTL |
301 |
Laboratório de Epidemiologia Molecular |
LEpiMOL |
Heloísa do Nascimento de Moura Meneses - Coordenadora |
O laboratório conta com 8 perfis de pesquisa voltados para a temática de análise de exposição mercurial e DANTs (Doenças e Agravos não transmissíveis) com foco em DCNTs (Doenças e Agravos não Transmissíveis):· Perfil Epidemiológico: Análise de dados socioeconômicos; análises descritivas (descrição de sintomas a partir da rotina de atividades relatadas pelos participantes das pesquisas)· Perfil Molecular: Extração de DNA PCR convencional e PCR em tempo real (qPCR); Genotipagem de SNPs; metilação e expressão gênica (utilização de amostras humanas - sangue e cabelo)· Perfil Clínico: Análises de vitaminas; enzimas antioxidantes; síndrome metabólica; dados DCNTs, análise de exames e quantificação de mercúrio (utilização de amostras humanas - sangue e cabelo), dentre outras.· Perfil Nutricional: Análises dos sintomas relacionados a alimentação (consumo de peixes, frutas e alimentos antioxidantes; toxicocinética do Hg; estimativa de riscos a partir de análises de segurança alimentar).· Perfil Neurológico: Avaliação neurológica (exames voltados para a condição neurológica de participantes em função da exposição mercurial)· Perfil Oftalmológico: Profilaxia e avaliação dentária (avaliação de uso de restaurações, estrutura, forma, dentre outras condições)· Perfil Odontológico: Avaliação do perfil ocular de pacientes e consulta prévia oftalmológica (mapeamento do perfil dos pacientes para possíveis intervenções oftalmológicas associadas a exposição mercurial)· Perfil de Mídias: Divulgação científica nas redes sociais do laboratório (Instagram, Facebook e Youtube) por meio da produção de cards, cartilhas, infográficos, vídeos, transmissões, além da organização de eventos promovidos pelo laboratório. |
lepimol@ufopa.edu.br | ||
NTL |
302 |
Laboratório de Análises Clínicas |
LAC |
Luana Lorena Silva Rodrigues -Alexandre Escher Boger - Vice-CoordenadorTécnica Cassia Valeria Correa Gomes |
Ensino, pesquisa e extensão no curso de farmácia e no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, com foco em análises clínicas envolvendo diagnóstico de agentes infecciosos e parasitários de interesse médico, como HPV, HIV, hepatites B e C, sífilis, enterobactérias e alguns fungos, de classe de risco II e III, em amostras biológicas humanas diversas, como sangue, cabelo, pelo, raspado cervical, raspado anal, raspado oral e etc. |
lac.isco@ufopa.edu.br | ||
NTL |
319 |
Laboratório de Bioprospeccao e Biologia Experimental |
LABBEX |
Ricardo Bezerra de Oliveira - CoordenadorTécnico Adenilson de Sousa Barroso |
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labbbex@ufopa.edu.br | ||
NTL |
320 |
Laboratório de Morfísiologia Humana |
LMH |
Andrei Silva Freitas - CoordenadorAnderson Ribeiro dos Santos - Vice-coordenador |
Aulas Práticas Integradas: Execução de experimentos práticos curriculares para as disciplinas de Anatomia, Fisiologia, Histologia, Embriologia e Patologia. [1]Pesquisa e Extensão: Suporte a projetos de iniciação científica e ações acadêmicas focados na estrutura e funcionamento do corpo humano (incluindo estudos com modelos de doenças do sistema nervoso |
labmorfo@ufopa.edu.br | ||
13 (Em frente ao NSA) sala 14 |
Laboratório de Farmacologia |
LabFar |
Tânia Mara Moraes - CoordenadoraWaldiney Pires Moraes - Vice -coordenadorTécnico Jander Marcus Cirino Lopes |
Teste Rota Rod: Executada rota pré-determinada para avaliar desempenho, segurança e estabilidade, registrando observações para análise posterior.Atividade Antimalárica (in vitro e in vivo). As amostras foram incubadas com culturas de Plasmodium falciparum em diferentes concentrações, utilizando controles positivos (droga antimalárica conhecida) e negativos (meio de cultura sem tratamento), para avaliar a inibição do crescimento parasitário. A atividade foi medida por quantificação da parasitemia após o período de incubação.Atividade Antimalárica (in vitro e in vivo). As amostras foram incubadas com culturas de Plasmodium falciparum em diferentes concentrações, utilizando controles positivos (droga antimalárica conhecida) e negativos (meio de cultura sem tratamento), para avaliar a inibição do crescimento parasitário. A atividade foi medida por quantificação da parasitemia após o período de incubação.TESTE PLACA QUENTE Os animais são colocados sobre uma placa aquecidos a temperatura controlada para avaliar a latência da resposta à dor (como saltos ou lambeção das patas). O tempo até a reação foi registrado, utilizando controles positivos (fármacos analgésicos) e negativos (veículo ou placebo).TESTE DE CULTURA DE CÉLULAS (IN VITRO) As células foram cultivadas em condições estéreis, mantidas em meio apropriado e incubadas sob temperatura e atmosfera controladas. As amostras ou compostos foram adicionados para avaliação de viabilidade, proliferação ou atividade específica, registrando-se os resultados após o período de incubação.TESTE RETCAN – IRRITAÇÃO OCULAR A substância teste foi aplicada nos olhos de animais de laboratório (geralmente coelhos), observando-se sinais de vermelhidão, edema, secreção e alterações na córnea ao longo do tempo. Os resultados foram comparados com controle positivo (substância conhecida irritante) e controle negativo (veículo ou solução neutra).Teste de Formaldeído A substância teste foi administrada nos animais, seguida de injeção de formaldeído em doses controladas para induzir inflamação e dor. Observou-se a resposta comportamental (como flexão ou lambeção da região afetada), comparando com controles positivo (analgésico conhecido) e negativo (veículo).TESTES BIOQUIMICOS Os testes bioquímicos com amostra de sangue são exames laboratoriais feitos a partir do soro ou plasma sanguíneo para avaliar o funcionamento de órgãos e o metabolismo do corpo. - Glicose - Colesterol - Triglicerídeo - Ureia - Creatinina - Tgo – TgpTESTE DE HEMATOLOGIA Os testes de hematologia são exames feitos a partir do sangue para avaliar as células sanguíneas e diagnosticar doenças como anemia, infecções, leucemias e distúrbios de coagulação. Onde avalia a serie vermelha e serie branca. |
labfar.isco@ufopa.edu.br |
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Laboratório de Toxicologia |
LabTox |
Eliza Maria da Costa Brito LacerdaFlavia Garcez da Silva |
Aulas Práticas de Graduação: Execução de experimentos essenciais para as disciplinas de Toxicologia, focando em técnicas de isolamento, identificação de agentes tóxicos e interpretação de laudos.Pesquisa Acadêmica e TCCs: Desenvolvimento de projetos científicos (como iniciação científica e Trabalhos de Conclusão de Curso) voltados à segurança de substâncias, monitoramento de poluentes e toxicologia ambiental na Amazônia.Treinamento Profissional e Biossegurança: Capacitação dos estudantes no manuseio seguro de xenobióticos e reagentes químicos, aplicando normas rígidas de controle de riscos biológicos e químicos. |
labtox@ufopa.edu.br | |||
13 (Em frente ao NSA) |
Laboratório de Microbiologia |
LabMicro |
Sandra Layse Sarrazin - CoordenadoraTécnica Cassia Valeria Correa Gomes |
Atividades de ensino e pesquisa envolvendo microrganismosPreparo e esterilização de meios de cultura - Pesagem, hidratação e autoclavagem de formulações nutritivas para o cultivo de microrganismos.Cultivo e manutenção de cepas de microrganismos - Reativação, semeadura e transferência de bactérias e fungos para abastecer as aulas e pesquisas.Coloração e microscopia - Preparo de lâminas com corantes químicos e observação de estruturas celulares ao microscópio. Testes bioquímicos e de identificação - Aplicação de reagentes químicos específicos para verificar o metabolismo e classificar os microrganismos. Testes de sensibilidade a antimicrobianos - Preparo de inóculos microbianos e avaliação da ação de antibióticos e substâncias inibitórias em placas. Processamento de amostras biológicas - Recepção, diluição e análise microbiológica de materiais biológicos e ambientais coletados. Bioensaios e pesquisa científica - Execução de ensaios quantitativos para testar novos compostos, quantificar biomassa e isolar linhagens patogênicas.Gerenciamento e descarte de resíduos - Coleta, esterilização em autoclave e descarte seguro de culturas vivas, vidrarias, reagentes e materiais perfurocortantes contaminados. |
labmicro@ufopa.edu.br | |||
BMT 1 |
222 |
Laboratório de Situação em Saúde |
Lasis |
Hernane Guimarães dos Santos Junior - CoordenadorJuliana Gagno Lima - Vice-Coordenadora |
O Laboratório de Situação em Saúde do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Oeste do Pará (LaSIS/UFOPA) constitui um espaço estratégico voltado à análise crítica da situação de saúde na região amazônica, com ênfase no Oeste do Pará, território onde a universidade está inserida. Caracteriza-se como uma estrutura acadêmica e institucional de uso compartilhado, destinada a apoiar atividades de ensino, pesquisa e extensão em saúde coletiva, promovendo a produção de conhecimento científico, a formação de recursos humanos e o fortalecimento das políticas públicas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O laboratório desempenha papel fundamental na realização de análises situacionais, vigilância em saúde, estudos epidemiológicos e cooperação interinstitucional, contribuindo para a compreensão das necessidades regionais e subsidiando a tomada de decisão por gestores e serviços de saúde. OBS: O Laboratório serve de apoio para o desenvolvimento das atividades do Núcleo de Telessaúde Ufopa. |
labsituacaodesaude@ufopa.edu.br | ||
| BMT 1 | 224 | Laboratório de Educação em Saúde | Laedu | Rui Massato Harayama - Coordenador |
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laboratoriosaude@ufopa.edu.br | ||
| NTL |
219 |
Laboratório de Química Orgânica e Farmacêutica |
LQOF |
Alcicley da Silva Abreu - CoordenadorGabriela Bianche dos Santos - Vice-coordenador |
Ensino: Aulas práticas de Química Geral, Analítica, Orgânica, Química Farmacêutica para os cursos de graduação do ISCO e demais unidades da UFOPA; Pesquisa: Aproveitamento de resíduos madeireiros e não madeireiros; Caracterização fitoquímica de recursos naturais da amazônia; Desenvolvimento de bioprodutos para aplicações cosmética e farmacêutica. Atendendo produção de TCC e Dissertações; Extensão: Parceria com: Produtores locais de óleos vegetais obtidos da flora amazônica; Empresas de processamento de madeiras; além de EMBRAPII, SENAI-GO; UNESP-Araraquara; UNIFAP; UFAM; UFPA; USP-Ribeirão Preto. |
lqof.isco@ufopa.edu.br | ||
| NTL | 218 | Laboratório de Farmacognosia e Bromatologia | LFB |
Bruno Alexandre da Silva - Coordenador Rayanne Rocha Pereira - Vice-coordenadora |
Auxilio técnico nas atividades de ensino e pesquisa, no desenvolvimento de metodologias analíticas. Além da organização do laboratório Quantidade de servidores/ usuários que realizam atividades nos respectivos laboratórios |
labgnosia_bromato@ufopa.edu.br | ||
NTL |
222 |
Laboratório de Simulação Realística |
LSR |
Janaína Massafra - CoordenadoraElenn Aranha - Vice-coordenadora |
Atividades de ensino, monitoria acadêmica- predominantemente do curso de medicina. O laboratório de simulação clínica faz parte da estratégia de ensino visando reproduzir situações próximas da prática profissional em ambiente controlado. Para isso, são utilizados manequins, simuladores de procedimentos, modelos anatômicos; pacientes simulados ou padronizados, cenários clínicos estruturados; recursos audiovisuais e tecnológicos. As atividades de simulação podem contemplar desde procedimentos isolados até cenários clínicos que envolvam avaliação de pacientes (simulados ou não), tomada de decisão, comunicação e trabalho em equipe. O espaço é utilizado durante as aulas e para realização de avaliação (OSCE). |
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NTL |
221 |
Laboratório de Habilidades MédicasNTL sala 221 (221a, 221b, 221c e 221b); |
LHM |
Laudreisa Pantoja - Coordenadora |
Áreas de desenvolvimentoI – Comunicação e relação médico-pacienteCompreende atividades destinadas ao desenvolvimento das competências comunicacionais e relacionais necessárias à prática médica. Entre as atividades incluem-se: acolhimento e identificação do paciente; escuta ativa; estabelecimento de vínculo terapêutico; comunicação verbal e não verbal; realização de anamnese; obtenção de informações clínicas de forma estruturada; orientação ao paciente e familiares; comunicação de informações relacionadas ao diagnóstico e tratamento; comunicação de situações difíceis e más notícias; obtenção de consentimento informado; tomada de decisão compartilhada; abordagem de situações envolvendo aspectos éticos e culturais.II – Exame físico e avaliação clínica: Destina-se ao desenvolvimento das competências necessárias à avaliação clínica sistematizada do paciente. Inclui: avaliação geral; aferição de sinais vitais; avaliação antropométrica; exame físico por sistemas; exame cardiovascular; exame respiratório; exame abdominal; exame neurológico; exame musculoesquelético; exame da criança e do adolescente; avaliação do crescimento e desenvolvimento; identificação de sinais de alerta e gravidade.III – Procedimentos e técnicas médico-assistenciais: Compreende o treinamento sistematizado de procedimentos necessários à prática médica. Entre eles: higienização das mãos; utilização adequada de equipamentos de proteção individual; preparo e organização do material; administração de medicamentos; técnicas de injeção e administração de medicamentos por diferentes vias; coleta de materiais para exames; punções; cateterismo vesical; cuidados com feridas e realização de curativos; técnicas de sutura; retirada de pontos; oxigenoterapia; manejo de dispositivos; aspiração de vias aéreas; técnicas de imobilização; procedimentos relacionados ao atendimento inicial do trauma.IV – Urgência, emergência e suporte à vida: Destina-se ao treinamento das competências necessárias ao reconhecimento e atendimento inicial de situações potencialmente graves. Inclui: reconhecimento da deterioração clínica; avaliação inicial do paciente grave; abordagem sistematizada; manejo inicial das vias aéreas; oxigenação e ventilação; suporte básico de vida; ressuscitação cardiopulmonar; utilização do desfibrilador externo automático; atendimento inicial ao paciente traumatizado; abordagem inicial do choque; reconhecimento e abordagem inicial da sepse; atendimento inicial da anafilaxia; emergências pediátricas; situações de emergência neonatal.V – Raciocínio clínico e tomada de decisão: Compreende atividades que integram conhecimento teórico e prática clínica. |
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BMT |
Sala 226 |
Laboratório de Vigilância em Saúde da Amazônia |
VIGIAMA |
Annelyse Rosenthal Figueiredo - CoordenadoraMarina Smidt Celere Meschede - Vice-coordenadora |
Atividades de práticas de ensino, pesquisa e extensão.Quantidade de servidores/ usuários que realizam atividades nos respectivos laboratórios: 2 docentes mais orientandos que variam em número dependendo do semestre. |
vigiama.isco@ufopa.edu.br | ||